Archive for the ‘Lixo – Resíduos Sólidos’ Category

Participe da Consulta Pública sobre o Plano Nacional de Resíduos Sólidos

Thursday, September 8th, 2011

O Plano Nacional de Resíduos Sólidos é um dos Instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, segundo seu Capítulo III:

CAPÍTULO III

DOS INSTRUMENTOS

Art. 8º  São instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, entre outros:

I – os planos de resíduos sólidos;

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) colocou a versão preliminar do Plano, elaborado pela Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, em consulta pública.

A versão preliminar será discutida em cinco audiências públicas regionais e consolidada em audiência pública nacional, em Brasília.

Veja o Calendário das Audiências Públicas Regionais:

Setembro:

13 e 14 – Região Centro-Oeste: Campo Grande/MS (participação de Goiás, Mato Grosso e DF)

Outubro:

04 e 05 – Região Sul: Curitiba /PR
10 e 11 – Região Sudeste: São Paulo
13 e 14 – Região Nordeste: Recife/PE
18 e 19 – Região Norte: Belém/PA

30 e 1º/12 – Audiência Nacional: Brasília/DF

Atenção para as datas limites para as inscrições, no site, necessárias para a participação nas audiências.

Simultaneamente, o documento ficará em consulta pública na internet, por um período mínimo de 60 dias, para receber contribuições.

É necessário baixar um formulário para a participação na Consulta pela internet.

Participe.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Participarei

Entenda a Política Nacional de Resíduos Sólidos – links úteis

Saturday, September 3rd, 2011

Em agosto de 2010 foi finalmente sancionada, depois de mais de  20 anos tramitando pelos meandros do poder, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, uma Lei Federal que visa regulamentar a gestão dos resíduos sólidos (lixo) em todo Brasil.

Por Gestão de Resíduos Sólidos podemos entender todas as metodologias e ações que visam tratar dos resíduos da melhor maneira, desde sua geração até a sua disposição final, passando pela coleta, separação ou acondicionamento temporário, quando for o caso, e tratamento.

Essas metodologias mudam de acordo com o tipo de lixo e o local de sua geração.

Assim, o lixo doméstico tem um tipo de coleta, transporte, tratamento e disposição final diferentes, por exemplo, do lixo gerado por uma indústria.

Fiz uma pequena seleção de links importantes para quem quer saber um pouco mais sobre a Política Nacional:

Veja aqui um Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos.

Veja aqui a notícia sobre a sanção da Política, ano passado.

Veja aqui a própria Lei: Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Veja evento que discutiu, com empresas, a implantação da Política: “Diálogos – Política Nacional de Resíduos Sólidos – Embalagens pós-consumo e responsabilidade compartilhada”.

Veja o que o Ministério do Meio Ambiente diz sobre o 1º ano da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Lixólogo ou lixófilo, tanto faz

Mais vídeos sobre lixo

Saturday, August 27th, 2011

Continuando a série sobre dicas de vídeos sobre lixo e reciclagem, apresento mais alguns.

É um documentário sobre lixo doméstico: “Lixo doméstico: produção da ignorância“, dividida em 3 partes.

Como as três estão abaixo, facilita a visualização.

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Lixólogo

Vídeos sobre lixo e reciclagem

Thursday, August 25th, 2011

Hoje em dia, basta uma pequena pesquisa na internet, utilizando o google, para nos depararmos com milhares de resultados do que procuramos.

Viva o youtube, que popularizou a troca de vídeos de diversos formatos, temas, tamanhos.

Vejam estes abaixo sobre a questão do lixo, disponibilizados neste portal de vídeos.

São bons para a educação ambiental, entremeando com textos importantes.

Alguns textos bons para aquecer debates:

Os vídeos:

A História das coisas:

Lixo gerando energia (CEMIG):

Ilha das Flores:

Globo Repórter (Reciclagem no Brasil):

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Lixófilo

Artigos sobre lixo hospitalar: qual a diferença para o lixo doméstico?

Sunday, August 14th, 2011

Fiz uma série de artigos há um tempo que publiquei no Diário do Professor.

Versam sobre lixo hospitalar e o “medo” que sentimos.

Será que é verossímil? Será necessário? Será que merece de fato tantos cuidados, leis e tratamentos diferenciados em relação ao lixo comum, domiciliar?

Afinal, o que tem de tão diferente entre um e outro?

Por que um pode ir para um aterro em um caminhão e outro não?

Tirem suas próprias conclusões, mas leiam os artigos com a mente aberta e livre de preconceitos.

Qual a real diferença entre lixo hospitalar para o lixo comum?

Lixo hospitalar: real ameaça ou grande trapaça? Quem ganha com isso?

Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde e nossos preconceitos e achismos

Vamos discutir a questão?

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira
Lixeiro ou Lixólogo?

Reciclar é a solução?

Tuesday, March 22nd, 2011

Reciclar é a solução para o problema do lixo? A resposta é não.

Reciclar é bom? A respostra é talvez, pode ser.

Talvez, porque dependendo do uso ideológico, mercadológico, capitalista e propagandista que se faça, a reciclagem pode ser nada mais do que uma grande desculpa para continuarem-se a consumir, consumir, consumir…

Então, melhor do que a reciclagem é “consertagem“, o trabalho e o cuidado para que as coisas não se tornem lixo.

Venho afirmando isso nas oportunidades que tenho. É só ver meus trabalhos por aí, como minha dissertação de mestrado (especialmente os dois últimos parágrafos) e o post Por que sempre precisaremos de um aterro sanitário?.

Claro que minha visão vem sendo construída através de minhas leituras e absorções de outros pensamentos:

A ética do cuidado já vem sendo falada por Leonardo Boff e outros autores.

Meu orientador no mestrado, Emílio Eigenheer, falava de Pedagogia da Degenerescência.

E a leitura de um artigo do Philippe Layrargues, conforme eu já afirmei aqui, foi fundamental.

Digo tudo isso para lhes apresentar o mote do site Plataform 21 [em inglês]. É um site holandês de design.

Eles apostam na ideia “pare de reciclar, comece a consertar!”, que eu, particularmente, acho o máximo.

Sempre fui meio “catador” de lixo, juntando minhas quinquilharias, meu “museu”, guardando e consertando coisas que qualquer pessoa jogaria fora. Gosto, portanto, de ver esses movimentos nascerem.

O manifesto deles pode ser lido em português no blog do Dennis (desculpe se os redireciono ao site da Veja, mas foi lá que eu vi…).

De qualquer forma, copio e colo aqui o manifesto traduzido. Mas vale a pena uma passada pelo Plataform 21 e fuçar outras pérolas.

1. Faça seus produtos durarem mais!
Consertar significa a oportunidade de dar a um produto uma segunda vida. Consertar não é anticonsumo: é antidesperdício.

2. As coisas têm que ser projetadas para poderem ser consertadas
Designer de produtos: faça coisas consertáveis. Forneça informações claras sobre como consertar. Consumidor: compre coisas que você sabe que podem ser consertadas, ou descubra por que elas não existem. Seja crítico, faça perguntas.

3. Consertar não é substituir uma peça
Não estamos falando em jogar fora a parte que está quebrada, mas de realmente remendar criativamente.

4. O que não mata engorda
Toda vez que você conserta algo você acrescenta ao seu potencial, à sua história, à sua alma e à sua beleza inerente.

5. Consertar é um desafio criativo
Fazer reparos é bom para a imaginação e ensina a usar novas técnicas, ferramentas e materiais.

6. Conserto não sai de moda
Não se conserta para deixar os produtos na moda. Não há datas de validade para produtos que podem ser reparados.

7. Consertar é descobrir
Ao consertar você descobre coisas incríveis sobre como os objetos funcionam. Ou não funcionam.

8. Conserte – mesmo quando a crise acabar
Se você acha que este manifesto tem a ver com a recessão, esqueça. Não estamos falando de dinheiro, mas de mentalidade.

9. Coisas consertadas são únicas
Mesmo falsificações se tornam originais quando você as conserta.

10. Consertar é ser independente
Não seja um escravo da tecnologia – seja seu mestre.

11. Você pode consertar tudo, mesmo um saco plástico
Mas nós recomendamos arrumar uma sacola que dure mais. E, quando ela estragar, consertá-la.

Pare de reciclar! Comece a consertar!

Fantástico, não?

Abraços,

Declev Reynier Dib-Ferreira

Dica de Filme: Estamira

Tuesday, March 15th, 2011

Estamira é um filme sobre uma pessoa de nome Estamira.

Uma catadora de lixo com sua filosofia própria.

Ela sofre de distúrbio mental, mas faz nossa cabeça pensar.

Ela cata lixo no aterro de Jardim Gramacho.

Vale a pena conferir:

Estamira

Trabalhos sobre lixo marinho

Monday, December 21st, 2009

Trabalhos sobre lixo marinho apresentados na terceira edição do Congresso Brasileiro de Oceanografia em 2008

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Avaliação da poluição visual causada por resíduos sólidos na Praia de Porto de Galinhas, litoral sul de Pernambuco, em função do turismo

Cocentino, C. M.

http://www.globalgarbage.org/0966.pdf

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Avaliação experimental da eficiência de cinzeiros portáteis na redução da contaminação de praias arenosas

Widmer, W. M.; Reis, R. A.

http://www.globalgarbage.org/0458.pdf

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Avaliação quali-quantitativa dos resíduos sólidos na Praia de Cabo Branco, João Pessoa – Paraíba.

Querino, L. A. C.; Tenório, G. D.; Cordeiro, C. A. M. M.

http://www.globalgarbage.org/0962.pdf

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Disposição de lixo em manguezais na Área de Proteção Ambiental de Algodoal – Maiandeua, município de Maracanã – Pará

Fonseca, A. V. G. da; Santos, A. P. E. dos

http://www.globalgarbage.org/0476.pdf

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Estudo quali- quantitativo sobre resíduos sólidos na Praia da Pedra Branca, Pará – Brasil

Torres, I. K. A.; Araújo, K. N. O

http://www.globalgarbage.org/0928.pdf

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Freqüência de ingestão e tipos de resíduos sólidos em tartarugas-verdes na costa do Rio Grande do Sul, Brasil: distribuição e fragmentação no trato gastrointestinal

Tourinho, P. S.; Ivar do Sul, J. A.; Fillmann, G.

http://www.globalgarbage.org/0716.pdf

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Marine debris contamination along undeveloped tropical beaches from northeast Brazil

Santos, I. R.; Friedrich, A. C.; Ivar do Sul, J. A.

http://www.globalgarbage.org/0713.pdf

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Microplastics on the strandline: snapshot of a Brazilian Beach

Spengler, A.; Silva-Cavalcanti, J. S.; Ivar do Sul, J. A.; Araújo, M. C. B.; Costa, M. F.;

Tourinho, P. S.

http://www.globalgarbage.org/0862.pdf