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	<title>Filosofia Barata</title>
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	<description>Reflexões vagabundas sobre qualquer coisa</description>
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		<title>Quantos de mim cabem em um só corpo, em uma só alma?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 14:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>declev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre mim e eu]]></category>
		<category><![CDATA[Eu]]></category>
		<category><![CDATA[Ser humano]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho a impressão de ser um monte.

Não consigo fazer uma só coisa.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho a impressão de ser um monte.</p>
<p>Não consigo fazer uma só coisa.</p>
<p>Ao mesmo tempo que estou pensando em uma, estou escrevendo sobre outra, lendo acolá e desenhando cá.</p>
<p>Déficit de Atenção?</p>
<p>Talvez.</p>
<p>Múltiplas personalidades?</p>
<p>Talvez.</p>
<p>Vontade de abraçar o mundo com as pernas e os braços?</p>
<p>Com certeza!</p>
<p style="text-align: right">Declev Reynier Dib-Ferreira<br />
Tenho que terminar outras coisas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Artistas</title>
		<link>http://declev.com/filosofiabarata/2011/10/07/artistas/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 01:09:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>declev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalhos...]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Capacidades]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>

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		<description><![CDATA[Será que todo artista é assim?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será que todo artista é assim?</p>
<p>Poeta, meio pintor…</p>
<p>Pintor, meio contista…</p>
<p>Contista, meio desenhista…</p>
<p>Desenhista, meio cronista…</p>
<p>Cronista, meio arquiteto…</p>
<p>Arquiteto, meio design…</p>
<p>Design, meio escultor…</p>
<p>Será que todos são como eu?</p>
<p>Abraços,</p>
<p align="right">Declev Reynier Dib-Ferreira<br />
Artista?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Meu tempo passou</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 00:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>declev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões sobre a vida]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Já tenho mais de quatro décadas neste corpo, nesta vida.

O que fiz?

O que tenho ainda pra fazer?

O que conseguirei fazer?

Tantos morreram antes dos 40 e revolucionaram o mundo…]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já tenho mais de quatro décadas neste corpo, nesta vida.</p>
<p>O que fiz?</p>
<p>O que tenho ainda pra fazer?</p>
<p>O que conseguirei fazer?</p>
<p>Tantos morreram antes dos 40 e revolucionaram o mundo…</p>
<p>Abraços,</p>
<p align="right">Declev Reynier Dib-Ferreira<br />
41 anos</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Muletas</title>
		<link>http://declev.com/filosofiabarata/2011/09/29/muletas/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 22:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>declev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões sobre a vida]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Vejo o Rock in Rio dentro de casa, na televisão.

Bebo cerveja.

Ouço tributo ao Legião Urbana.

Lembro daquilo que [não] fui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo o Rock in Rio dentro de casa, na televisão.</p>
<p>Bebo cerveja.</p>
<p>Ouço tributo ao Legião Urbana.</p>
<p>Lembro daquilo que [não] fui.</p>
<p>Lembro do que vivi.</p>
<p>Penso no que não vivi.</p>
<p>No que poderia ter vivido.</p>
<p>No que não viverei mais.</p>
<p>E o futuro não é mais como era antigamente&#8230;</p>
<p>Abraços,</p>
<p style="text-align: right">Declev Reynier Dib-Ferreira<br />
Anos 70/80</p>
]]></content:encoded>
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		<title>27 de setembro é dia de Cosme e Damião e era aniversário da minha vó</title>
		<link>http://declev.com/filosofiabarata/2011/09/26/27-de-setembro-e-dia-de-cosme-e-damiao-e-era-aniversario-da-minha-vo/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 05:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>declev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões sobre a vida]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Vó]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, dia 27 de setembro, dia de Cosme e Damião, seria aniversário de minha avó Herly.

Viveu mais de 80 anos e até o final comemorava o aniversário, sempre no dia, não importava se caía numa segunda ou numa quarta ou num domingo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, dia 27 de setembro, dia de Cosme e Damião, seria aniversário de minha avó Herly.</p>
<p>Viveu mais de 80 anos e até o final comemorava o aniversário, sempre no dia, não importava se caía numa segunda ou numa quarta ou num domingo.</p>
<p>Viveu mais de 80 anos e até o final tomava sua cervejinha.</p>
<p>Viveu mais de 80 anos e até o final dançava, viajava, ia à casa dos filhos, visitava os netos.</p>
<p>Deve estar muito bem.</p>
<p>Quando ela desencarnou eu não estava presente, pois estava em viagem de estudos, portanto só tenho a imagem dela viva.</p>
<p>E seu que é assim que ela está e é assim que a encontrarei.</p>
<p>Beijos,</p>
<p align="right">Declev Reynier Dib-Ferreira<br />
Neto</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que fica?</title>
		<link>http://declev.com/filosofiabarata/2011/09/11/o-que-fica/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 02:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>declev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões sobre a vida]]></category>
		<category><![CDATA[Contribuição]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[O que deixarei por aqui, depois de minha passagem, além de minha “diversão”?

Se eu fosse hoje, o que ficaria, qual minha contribuição?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Não demorará muito e estarei partindo.</p>
<p align="justify">Fico me perguntando diariamente o que ficará de mim, o que fiz para que tenha merecido ter passado por aqui.</p>
<p align="justify">Aquele ditado que diz que “o que se leva dessa vida é a vida que se leva” não funciona comigo.</p>
<p align="justify">Não estou aqui pra “curtir”.</p>
<p align="justify">Não estou aqui pra me divertir.</p>
<p align="justify">O que deixarei por aqui, depois de minha passagem, além de minha “diversão”?</p>
<p align="justify">Se eu fosse hoje, o que ficaria, qual minha contribuição?</p>
<p align="justify">Abraços,</p>
<p align="right">Declev Reynier Dib-Ferreira<br />
Em dúvida</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>É isso que tenho que fazer então?</title>
		<link>http://declev.com/filosofiabarata/2011/09/08/e-isso-que-tenho-que-fazer-entao/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 22:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>declev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões sobre a vida]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu nunca quis ser professor.

Entrei pra biologia pra trabalhar com bichos, literalmente falando.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu nunca quis ser professor.</p>
<p>Entrei pra biologia pra trabalhar com bichos, literalmente falando.</p>
<p>Por um tempo – o tempo mais gratificante para mim, profissionalmente falando &#8211; trabalhei com macacos no meio da Amazônia.</p>
<p>Depois, desempregado, caí no ensino formal, trabalhando dentro de escola pública de periferia.</p>
<p>De lá nunca mais saí.</p>
<p>Sofro, penso, sofro, faço, penso, sofro.</p>
<p>É esse meu destino, professor de adolescentes?</p>
<p>É isso o que deixarei por aqui?</p>
<p>Abraços,</p>
<p style="text-align: right">Declev Reynier Dib-Ferreira<br />
Professor. Ou não?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Do que o ser humano é capaz?</title>
		<link>http://declev.com/filosofiabarata/2011/07/12/do-que-o-ser-humano-e-capaz/</link>
		<comments>http://declev.com/filosofiabarata/2011/07/12/do-que-o-ser-humano-e-capaz/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 17:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>declev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ser humano]]></category>
		<category><![CDATA[Capacidades]]></category>

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		<description><![CDATA[A capacidade de fazer algo é inata.

Dom, existe, mas todos podem fazer de tudo.

É só dar a oportunidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Intrinsicamente, todo ser humano é capaz de ser capaz.</p>
<p>A capacidade de fazer algo é inata.</p>
<p>Dom, existe, mas todos podem fazer de tudo.</p>
<p>É só dar a oportunidade.</p>
<p>Se treinar, ensaiar, errar e continuar, aprender, buscar, aprimorar… somos capazes de ser? Somos capazes de fazer?</p>
<p>Então, a quantos negamos a oportunidade, por omissão, por negação de direitos, por maldade?</p>
<p>Abraços,</p>
<p style="text-align: right">Declev Reynier Dib-Ferreira<br />
Não-Filósofo</p>
<p><object width="450" height="363"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EOtgAXcOSJU?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/EOtgAXcOSJU?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="363" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="450" height="363"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/o6M0tz2dHSs?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/o6M0tz2dHSs?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="363" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Poema-lembrança dos meus 40 anos</title>
		<link>http://declev.com/filosofiabarata/2010/08/16/poema-lembranca-dos-meus-40-anos/</link>
		<comments>http://declev.com/filosofiabarata/2010/08/16/poema-lembranca-dos-meus-40-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 14:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>declev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomeços]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões sobre a vida]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversários]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasci em 1970, de mãe Derli e pai José. Acho que cheguei à metade de minha vida. Sempre achei que iria morrer com 80 anos, mas com o avanço dos métodos de continuidade da vida terrestre, talvez demore mais. Mas como sempre achei que iria morrer com 80 anos, cheguei à metade de minha vida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nasci em 1970, de mãe Derli e pai José.</p>
<p>Acho que cheguei à metade de minha vida.</p>
<p>Sempre achei que iria morrer com 80 anos, mas com o avanço dos métodos de continuidade da vida terrestre, talvez demore mais.</p>
<p>Mas como sempre achei que iria morrer com 80 anos, cheguei à metade de minha vida.</p>
<p>Sou professor, ambientalista, educador, apesar de mal-educado às vezes.</p>
<p>E já fiz de tudo um pouco.</p>
<p>Já andei a cavalo, de moto, de carro.</p>
<p>Já andei de ônibus e de caminhão.</p>
<p>Já voei de avião grande, de monomotor e de teco-teco.</p>
<p>Já voei de helicóptero.</p>
<p>Já remei em caiaque e em barquinho de madeira.</p>
<p>Já andei de barca, de barco, de lancha.</p>
<p>Já andei de bicicleta, de patinete, de skate, de carrinho de rolimã.</p>
<p>Já surfei, ou ao menos tentei&#8230;, já peguei onda de jacaré.</p>
<p>Morei no Amazonas no meio do mato, procurando macacos com binóculos, tomando banho de rio ouvindo jacaré roncar.</p>
<p>Nadei no meio de um igarapé na Amazônia, quando começou uma chuva forte que, respingando na folha d’água, cegou-me por instantes.</p>
<p>Já fiz camisas, já tive um bar, já vendi Amwai (mas não me pergunte o que é isso!).</p>
<p>Já tentei criar codornas.</p>
<p>Já escrevi poemas, contos, crônicas. Tive alguns escritos premiados e publicados.</p>
<p>Já pintei, desenhei, esculpi, montei, colei, inventei.</p>
<p>Já expus.</p>
<p>Me formei, fiz especialização, mestrado, doutorado.</p>
<p>Dou aula em duas escolas, mas já fiz palestras, cursos, oficinas, aulas em faculdade, universidade, especialização, orientações.</p>
<p>Já conheci o Brasil quase todo. Já visitei cerca de 20 países. Até Letônia, Marrocos e Turquia.</p>
<p>Fiz amigos e amigas, desfiz de uns e de outras.</p>
<p>Mas continuo aberto a ambos.</p>
<p>Já casei e descasei.</p>
<p>Depois casei de novo&#8230;</p>
<p>Desta vez pra sempre.</p>
<p>Agora, depois dos “enta”, só saio como Niemeyer ou Dona Cano.</p>
<p>Até lá, minhas páginas estão em branco, esperando por ser preenchidas.</p>
<p>Nelas, minha família, meus amigos e amigas mais antigas e as novas possibilidades.</p>
<p>E, nelas, a companheira que escolhi pra me acompanhar no preenchimento das novas linhas, pra aumentar minha família, pra cuidar de minha velhice&#8230; <em>Ana Catarina Marques da Cunha Martins Portugal</em></p>
<p>Declev Reynier Dib-Ferreira</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nada fica incólume a nada, tudo tem ligação com tudo. E o que fazemos nós sobre isso?</title>
		<link>http://declev.com/filosofiabarata/2010/07/11/nada-fica-incolume-a-nada-tudo-tem-ligacao-com-tudo-e-o-que-fazemos-nos-sobre-isso/</link>
		<comments>http://declev.com/filosofiabarata/2010/07/11/nada-fica-incolume-a-nada-tudo-tem-ligacao-com-tudo-e-o-que-fazemos-nos-sobre-isso/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 04:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>declev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões sobre a vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://declev.com/filosofiabarata/?p=36</guid>
		<description><![CDATA[Tive certa vez uma claridade pensamental que irá me acompanhar pelo resto da vida. Como vocês sabem, tive oportunidade de visitar o Velho Continente em janeiro e fevereiro de 2008. Foram quase dois meses rodando 10 países. Já tive oportunidade de escrever sobre alguns aspectos da viagem por aqui. Para exemplo veja este e este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive certa vez uma claridade pensamental que irá me acompanhar pelo resto da vida.</p>
<p>Como vocês sabem, tive oportunidade de visitar o Velho Continente em janeiro e fevereiro de 2008. Foram quase dois meses rodando 10 países.</p>
<p>Já tive oportunidade de escrever sobre alguns aspectos da viagem por aqui. Para exemplo veja <a href="http://diariodoprofessor.com/2007/12/28/188/" target="_blank">este</a> e <a href="http://diariodoprofessor.com/2008/02/23/bicicletas-de-todo-mundo-uni-vos/" target="_blank">este</a> posts.</p>
<p>Mas vamos à lâmpada mental:</p>
<p><strong>Nada </strong>é a mesma coisa quando passamos por ela!</p>
<p>O simples fato de <strong>tocar </strong>em algo, faz deste e de nós mesmos, diferentes.</p>
<p>Não precisamos fazer muita coisa, basta tocar, mexer, encostar que já somos diferentes e o objeto idem.</p>
<p>Há uma troca.</p>
<p>Há a possível perda ou ganho de algo.</p>
<p>Acendeu-me a lâmpada ao passear, como disse, pela <strong>Europa</strong>, e passar e entrar em locais que são mais velhos que o próprio Brasil (este que conhecemos, que se iniciou com a chegada dos portugueses há 500 anos).</p>
<p>Visitei <strong>igrejas </strong>com quase o dobro de idade de nosso país adolescente.</p>
<p>Passeei por ruas por onde andaram grandes nomes tais como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Galileu" target="_blank"><strong>Galileu</strong></a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Shakespeare" target="_blank"><strong>Shakespeare</strong></a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Da_Vinci" target="_blank"><strong>Leonardo da Vinci</strong></a>, papas da antiguidade e muitos outros.</p>
<p>E o que percebi?</p>
<p>Que as coisas estão desgastadas, poídas pelo tempo.</p>
<p>Os degraus das igrejas estão afundados, abaulados onde os pés encostam procurando apoio.</p>
<p>E por quê? Porque as pessoas ficam lixando? Jogando ácido?</p>
<p>Não! Simplesmente porque encostam neles!</p>
<p>Conheci uma igreja onde todos os fiés, visitantes ou turistas tocam um dos pés da escultura de um santo e se benzem, rogando alguma proteção, pedido, cura, milagre.</p>
<p>O pé desta imagem, de um metal escuro que eu não reconheci, está desgastado, não dando mais para ver os dedos, pois o local onde todos tocam está liso, como se tivesse sido polido.</p>
<p>Ora, as pessoas por acaso ficam passando a mão com força, com uma lixa ou algo parecido?</p>
<p>Não!</p>
<p>Elas simplesmente tocam, delicadamente, os pés do santo, e se benzem.</p>
<p>Como desgastaram a obra, então?</p>
<p>Intercedendo nanomicamente há centenas de anos.</p>
<p>O simples toque, intercede.</p>
<p>E assim, podemos interceder na vida das pessoas, nas coisas, nos animais, nas plantas, na nossa vida.</p>
<p>Nanomicamente.</p>
<p>Diariamente.</p>
<p>Invisivelmente à primeira vista, mas muito perceptível com o tempo.</p>
<p style="text-align: right">Declev Reynier Dib-Ferreira</p>
]]></content:encoded>
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