Adoro o final do ano.
Tenho uma poesia sobre isso.
Sei que temos a impressão do tempo passando, de velhice chegando, essas coisas.
Mas, em compensação, também temos a impressão de recomeço.
Algo como uma 2a (ou 40a) chance.
Tudo o que não fizemos, podemos fazer ano que vem.
Tudo o que erramos, podemos consertar e não errar ano que vem.
Tudo o que deu certo, podemos continuar e aprofundar.
Tudo o que engordamos, podemos emagrecer ano que vem.
É claro que podemos começar a cada momento a fazer todas essas coisas (como eu disse na poesia acima).
Mas o inconsciente atua forte nesse caso.
É como num jogo que você está perdendo de goleada. Você luta, mas sabe que é difícil.
Mas após o jogo, pode se preparar, colocar a cabeça no lugar e tomar força pro próximo.
No próximo eu venço.
Declev Reynier Dib-Ferreira
Novo